"As informações recentes dando conta do meu falecimento são altamente exageradas"
Steve Jobs, citando Mark Twain, após nota falsa de sua morte

08/02/2008 20:06

Corrigindo a correção

A respeito da nota publicada abaixo, sobre o desaparecimento ou não da febre amarela no noticiário do iG, a leitora Elenice Oliveira envia uma crítica, não à Redação do iG, mas a este ombudsman, por ter assumido um erro cometido em sua primeira observação. Segue a mensagem da leitora:

"Não concordo com um trecho de sua resposta à editora-chefe, 'este ombudsman estava errado'. Errado você? Não use mais esta palavra. Sugiro: 'a editora tem razão, houve um equívoco de minha parte quanto à avaliação. Agradeço (...) mas mantenho o teor alarmista.'"

"Não existe erro parcial. E tem mais. No caso de Firmino Barbosa, a Mariana Castro não respondeu, ficou caladinha - ela faz seleção do que deve responder ao Ombudsman? Ela está em situação permanente de erro. Mario, eu entendo que o senhor ao escrever que errou está dando exemplo ao pessoal do iG, que nunca reconhece que erra, mas o senhor é o símbolo do jornalista que auxilia para o aprimoramento das informações do site, e é nosso representante (graças a Deus), portanto a palavra errei não cabe. Não é arrogância. É proteção à confiança que temos no senhor. Você é uma referência intelectual e um apoio dos leitores, se você escreve que erra, acaba a credibilidade. Por favor, quero sua resposta sobre o assunto, mas não aceito que você escreva que errou. Aliás acho que você deve consertar, não ficou bem está feio. Essa sua timidez me mata."
Elenice Oliveira

Em resposta, vale ressaltar que a omissão apontada pela jornalista Mariana Castro, editora-chefe do Último Segundo, ocorreu de fato e o ombudsman desculpa-se. O assunto mereceu destaque na capa do iG durante um certo tempo no dia 1º, véspera da publicação da nota em que este ombudsman dizia que “o assunto vai saindo das manchetes e das primeiras páginas.

Essa conclusão geral, no entanto, permanece válida. O tema de fato vai desaparecendo das manchetes e das capas, inclusive do iG, sem que os veículos realizem a devida avaliação em relação a seus exageros durante a cobertura, que levaram a pânico, corrida aos postos e vacinação desnecessária. Até agora, 43 pessoas tiveram que ser tratadas de males provocados pela reação à vacina, e há suspeita de que três pessoas tenham morrido por essa razão. De qualquer forma, o ombudsman deveria ter registrado que o iG dera destaque ao assunto com título na capa: “Febre amarela - Mulher com suspeita de reação à vacina morre em SP”

enviada por Mario Vitor Santos






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